Lei de autoria do Vereador Diego Faro, reconhece Santa Dulce dos Pobres como Padroeira das Favelas do Rio

O município do Rio de Janeiro passou a reconhecer oficialmente Santa Dulce dos Pobres como Padroeira das Favelas da cidade. A medida está prevista na Lei nº 9.278, de 15 de janeiro de 2026, de autoria do vereador Diego Faro, já promulgada e em vigor.

A iniciativa nasceu a partir de uma solicitação do Instituto Redemptor, que encaminhou ao Legislativo municipal o pedido de reconhecimento da santa como símbolo de amor, serviço e cuidado com os mais necessitados — valores profundamente ligados à realidade das comunidades cariocas.

Canonizada em 2019, Santa Dulce dos Pobres é reconhecida nacional e internacionalmente por sua trajetória marcada pela dedicação aos pobres, doentes e excluídos. Sua atuação, especialmente na Bahia, transformou a fé em ação concreta, com obras sociais voltadas à promoção da dignidade humana.

Para o vereador Diego Faro, a promulgação da lei ultrapassa o campo estritamente religioso e carrega um significado social e simbólico para a cidade.

“A promulgação desta lei reconhece a força das favelas e a fé que move tantas famílias. Santa Dulce é referência de amor ao próximo e de compromisso com a dignidade humana”, destacou o parlamentar.

A nova legislação deve reforçar o vínculo entre fé, ação social e o cuidado com a população que vive nos territórios populares, reconhecendo Santa Dulce dos Pobres como uma referência espiritual ligada ao cuidado, à solidariedade e à esperança presentes nas favelas cariocas.

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