Grupo cria espaços de educação ambiental sustentáveis em São Gonçalo

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Por Marcela Freitas 

Plantar uma semente do bem. Essa é a proposta do coletivo Horta Comunidade Viva, que desde 2017 busca criar em São Gonçalo um espaço de convívio social e de educação ambiental, no plantio de alimentos que possam ser consumidos pela comunidade, bem como a preservação do meio em que vivem.

De acordo com uma das precursoras do projeto, a musiologa Camila Cardoso, de 33 anos, o projeto começou como idéia de trabalhar em conjunto com o sistema de saúde mental.

Na época a proposta do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), em Neves ganhou apoio do Governo Federal e durou até o final daquele ano. Com o fim do convênio, Camila que era voluntária resolveu junto com um coletivo de pessoas dar a andamento a proposta e, desde então cuida da horta viva, que fica ao lado da IFRJ, em Neves, onde Camila reside.

O projeto de agroecologia que visa de maneira ampla, maximizar a produção e otimizar o agroecossistema total – incluindo seus componentes socioculturais, econômicos, técnicos e ecológicos, deu tão certo que vem sendo expandido para dois outros espaços.

Um dentro de um Ciep do Vila Lage e outro em um terreno ocioso no Complexo da Coruja, que conta com apoio de mais três coletivos. O próximo passo segundo Camila, é o apoio da universidade Federal Fluminense (UFF), que está formando uma rede de hortas urbanas, do qual Camila está inscrita, para receber apoio efetivo para as hortas já existente e também futuras.

“A ideia de uma horta urbana, surgiu ainda na infância quando cultivava esse sonho de transformar os terrenos baldios em locais produtivos e com envolvimento social. Há um tempo atrás comecei a estudar São Gonçalo e, foi aí que comecei a me envolver mais com a associação e moradores de Neves. Aqui soube pela então presidente do projeto de IFRJ e comecei a apoiar”, contou.

VIA: O São Gonçalo | Foto: Júlio Diniz

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