A Prefeitura de São João de Meriti promoveu, nesta quarta-feira (6), uma iniciativa voltada diretamente à inclusão de jovens no mercado de trabalho. Em parceria com o SEST SENAT, o município realizou a ação “Jovem Trabalhador Meritiense”, que reuniu palestra profissionalizante e balcão de empregos para participantes a partir dos 14 anos.
A atividade fez parte da programação especial do mês do trabalhador e teve como foco ampliar o acesso à empregabilidade e à qualificação profissional na cidade. Durante o encontro, os jovens receberam orientações práticas sobre o primeiro emprego, postura no ambiente corporativo e elaboração de currículo — pontos considerados decisivos para quem está começando.
A palestra foi conduzida pela instrutora Patrícia Oliveira, que destacou as principais exigências do mercado atual, especialmente em setores como administração e logística. Além da capacitação, os participantes puderam cadastrar seus currículos e já sair encaminhados para oportunidades em empresas da região.
O secretário municipal de Trabalho e Renda, Bruno Correia, reforçou que a iniciativa vai além da teoria. Segundo ele, a proposta é conectar os jovens a oportunidades reais. “Essa parceria com o Sistema S garante não só aprendizado, mas também portas abertas para quem quer ingressar ou retornar ao mercado”, afirmou, acompanhado da subsecretária Pâmella Moreira.
Já o diretor do SEST SENAT na cidade, Allan Trajano, destacou o papel da instituição na intermediação de vagas. Ele explicou que, além do atendimento no local, os jovens também foram direcionados para a Casa do Trabalhador e para o banco de oportunidades “Emprega Transporte”, utilizado por empresas do setor.
Entre os participantes, o estudante Lucas da Silva aprovou a experiência. Ele contou que soube da ação pelas redes sociais e decidiu participar em busca de orientação. “A palestra ajudou a entender melhor como começar. Foi uma oportunidade importante”, disse.
A iniciativa também reforça a importância do programa Jovem Aprendiz, previsto em lei federal, que obriga empresas de médio e grande porte a contratarem aprendizes em um percentual que varia de 5% a 15% das funções que exigem formação profissional.






