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Moradores de Magé têm internet cortada por criminosos que querem controlar serviço

Moradores de algumas áreas de Magé, na Baixada Fluminense, denunciam que serviços de telefonia e de internet estão sendo interrompidos por causa da ação de criminosos. Eles contam que uma empresa que oferece pacotes de telefonia e internet interrompeu o serviço porque os funcionários estão sendo ameaçados por bandidos.

A interrupção é confirmada pela empresa, que conta que a Polícia Militar foi comunicada e o caso registrado na Polícia Civil.

Os moradores do município contam que os criminosos sobem nos postes, cortam os cabos para obrigar as famílias a contratar um serviço clandestino que é controlado por traficantes.

A empresa de serviços de comunicação divulgou um comunicado no qual afirma aos moradores de Vila Olímpia que os funcionários foram proibidos de realizar serviços no bairro por criminosos. De acordo com a companhia, os serviços seguem em operação até que a rede seja completamente sabotada e tomada por criminosos.

O fornecedor de serviços de telefonia e internet termina o comunicado pedindo que os clientes que perderem acesso devolvam os equipamentos no escritório na cidade, pois não têm como prestar suporte ou manutenção.

Os funcionários afirmam que foram ameaçados e a empresa afirma ainda que foi expulsa de outra localidade do município.

Um mapa da cidade mostra que uma significativa parte do território já é controlada por serviços clandestinos de internet.

O que dizem as polícias Militar e Civil

Polícia Militar informou que os batalhões da área, incluindo o 35º BPM (Magé), através das ações ostensivas, buscam prevenir e coibir as práticas destes de grupos de criminosos que ameaçam e tentam impedir a prestação de serviços públicos. E que essas situações “demandam atividade investigativa para que os envolvidos sejam identificados e presos”.

Disse ainda que é importante que a população siga colaborando com informações pelo Disque Denúncia (2253-1177) e que faça o registro em delegacias ou acione a central 190 para novas denúncias.

Polícia Civil afirmou que a delegacia da cidade abriu inquérito para investigar e tentar identificar os criminosos.

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