Search
Close this search box.

Entregadores por aplicativo fazem ato em pelo menos cinco estados

Pelo menos cinco estados registraram nesta sexta (1º) manifestação de entregadores por aplicativo por melhores condições de trabalho. O movimento, batizado de Apagão dos Apps e de Breque dos Apps nas redes sociais, foi visto em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Rondônia, de acordo com a CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Foi o segundo protesto da categoria em menos de uma semana. O movimento desta sexta-feira (1º) foi coordenado apenas por trabalhadores avulsos, sem a participação de sindicatos e associações de classe.

Dentre os aplicativos alvos de reclamação pelos entregadores está iFood, Rappi, 99 e Uber. Os entregadores alegam precarização no trabalho.

O grupo também pediu para os consumidores não fazerem pedidos de refeição ou corridas nesses aplicativos e que avaliem os aplicativos das empresas com nota baixa.

Durante o ato, os entregadores alegaram que o iFood boicotou o movimento ao oferecer um aumento da tarifa nas entregas feitas entre 11h45 e 13h59 desta sexta.

ALGUNS ATOS

Em São Paulo, um grupo de trabalhadores se reuniu em frente da sede do iFood, em Osasco, na região metropolitana.

Em Belo Horizonte, houve concentração de entregadores na Savassi, área nobre da cidade, e em vários shoppings da capital mineira.

Em Brasília, um grupo pediu por mais transparência nos bloqueios de entregadores.

A reportagem tenta contato com as empresas citadas sobre o movimento desta sexta.

PROTESTO DE TERÇA

Na terça-feira (29), entregadores e motoristas de aplicativo protestaram em pelo menos 17 cidades pelo país, segundo os próprios trabalhadores. A adesão foi menor que o esperado.

A expectativa dos organizadores era de protestos em todas as capitais e em municípios na região metropolitana e do litoral de São Paulo, como Santos, e Rio de Janeiro, como Volta Redonda.

Em 2021, cidades do interior paulista, como São Roque, Sorocaba e São José dos Campos, aderiram a greves e paralisações, mas foram movimentos menores que o “breque” de julho de 2020.

Uma resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Matérias

Pesquisar...