CENTRO PRESENTE PODE FICAR AUSENTE E VOLTAR A TRAZER INSEGURANÇA

O anúncio de que a Prefeitura estuda acabar com o Centro Presente preocupou quem frequenta a região. O aumento na sensação de segurança após a implementação do programa, que conta com 522 agentes reforçando o policiamento do bairro, é unanimidade.

A proposta da prefeitura é de substituir o Centro Presente, cujo contrato de patrocínio da prefeitura e do Sesc RJ termina dia 30, por uma nova base do programa Rio+Seguro, esquema municipal que hoje funciona em Copacabana e no Leme. O prefeito Marcelo Crivella justificou a medida por questões financeiras: “O nosso projeto custa R$ 850 mil. Gostaríamos de implementar no Centro, onde o programa custa R$ 4 milhões (por mês)”.

Os dois programas são reforçados por policiais militares de folga. Enquanto no Rio+Seguro eles trabalham com agentes da Guarda Municipal (dentro da escala de trabalho), no Centro Presente há agentes civis egressos das forças armadas.

A população se sente ameaçada com a falta de segurança nas ruas do centro da cidade: “Eu acredito que se acabar com o Centro Presente, eu acho que vai ficar muito difícil morar no Rio de Janeiro.”, garante uma moradora.

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